O combate ao bullying ganhou uma ação concreta na rede municipal de Avaré. Estudantes da Escola Municipal Prof.ª Elizabeth de Jesus Freitas participaram de uma tarde de autógrafos para apresentar à comunidade o livro Combate ao Bullying: Eu Preciso Desenhar?, obra construída coletivamente por alunos da unidade. A notícia foi divulgada pela Prefeitura de Avaré nesta segunda-feira, 29 de junho, por meio da Secretaria de Comunicação.
A pauta é local e foi classificada em Notícias + Avaré porque vem de fonte oficial municipal e envolve estudantes, familiares, professores e representantes da rede de ensino da cidade. O tema também dialoga com Educação, mas, pelo contrato editorial local, notícias municipais de Avaré entram na categoria geográfica principal e usam os demais assuntos como tags e subtópicos.
Combate ao bullying virou livro coletivo

Segundo a Prefeitura, a obra foi criada em etapas dentro da escola municipal. Alunos dos 4º e 5º anos produziram textos sobre respeito, empatia, amizade, combate ao preconceito e valorização das diferenças. Depois, estudantes dos 1º ao 3º anos ilustraram as histórias, transformando as mensagens em desenhos e páginas que puderam ser apresentadas à comunidade escolar.
O formato coletivo é importante porque desloca o tema do bullying de uma conversa abstrata para uma produção feita pelos próprios estudantes. Ao escrever, ilustrar e apresentar o livro, as crianças passam a ocupar um papel ativo na construção de uma convivência mais cuidadosa, com linguagem acessível para a idade escolar e ligação direta com a rotina das salas de aula.
Autógrafos reuniram famílias e educadores
A tarde de autógrafos marcou o encerramento de um projeto pedagógico que envolveu professores, estudantes, gestores e comunidade escolar. Os jovens autores e ilustradores receberam familiares, educadores e convidados para apresentar a obra. A atividade também valorizou leitura, escrita, expressão artística e protagonismo infantil.
A Prefeitura informou que a professora Maria Cláudia Contrucci Dantas Sousa coordenou os desenhos produzidos pelos alunos. O psicólogo Joseval de Almeida Oliveira contribuiu com ações educativas e reflexões sobre o tema. A diretora Ana Paula da Silva destacou, na divulgação oficial, que o livro reúne ideias, sentimentos e aprendizados construídos coletivamente para conscientizar sobre o bullying e promover respeito às diferenças.
Pacto entre escolas reforçou compromisso da rede
Um dos pontos centrais da cerimônia foi a celebração simbólica de um Pacto entre Escolas. Representantes de diversas unidades da Rede Municipal de Ensino participaram do momento, assumindo um compromisso coletivo de enfrentamento ao bullying. Diretoras e representantes receberam exemplares da obra como símbolo da união das escolas em favor da cultura de paz e da convivência saudável.
Esse tipo de pacto não substitui o acompanhamento pedagógico cotidiano, mas ajuda a transformar a mensagem em referência comum para diferentes unidades. Quando a rede usa a mesma linguagem de respeito, escuta e valorização das diferenças, o trabalho deixa de depender apenas de uma turma ou professor e passa a envolver escola, famílias e gestão educacional.
Por que a ação importa para Avaré
O bullying pode afetar aprendizagem, autoestima, frequência escolar e participação dos estudantes. Por isso, ações preventivas têm impacto direto na vida das famílias e no ambiente de ensino. Em Avaré, a iniciativa chama atenção por unir literatura, arte e participação dos alunos em uma pauta de convivência que costuma exigir diálogo contínuo.
A cerimônia contou com representantes da Secretaria Municipal da Educação, supervisores de ensino, profissionais do Centro Pedagógico e Administrativo da Educação Especial, gestores escolares, professores, familiares e diretores de unidades municipais. A presença desses grupos indica que a ação foi tratada como uma pauta de rede, e não apenas como atividade isolada da escola Elizabeth de Jesus Freitas.
O que famílias podem observar
Para pais e responsáveis, a notícia serve como convite para acompanhar como as escolas abordam convivência, respeito e prevenção de conflitos. Conversas em casa sobre amizade, empatia, diferenças e formas de pedir ajuda podem reforçar o trabalho pedagógico. Também vale procurar a unidade escolar quando houver sinais de sofrimento, isolamento ou mudanças bruscas no comportamento da criança.
Projetos como esse não encerram o assunto em um único evento. Eles funcionam melhor quando viram repertório para novas rodas de conversa, leitura compartilhada, atividades de escrita e combinados de convivência. O livro produzido pelos alunos pode se tornar um material de referência para outras turmas da rede municipal e para ações futuras de cultura de paz em Avaré.





